
Olhos fixos
Em olhos dispersos
Palavras não acolhidas
E respostas evasivas
Gestos não alcançam
Objetivos diversos
Fogo tímido não degela
A ausência de perspectivas
E a dor de querer alguém
Que não podemos ter
O desejo que sucumbe
Ante as invisíveis barreiras
É bater retirada sem avançar
Evitar aquilo que poderia ser
Fugir do natural instinto
E não cruzar ousadas fronteiras
Fruto da nossa própria criação
Medo disfarçado de razão
Quem ama aquele que não se pode ter
Conforma-se com o não concretizado
Hipocritamente chamando de perfeição
Mas esquece que isso não é viver.
Em olhos dispersos
Palavras não acolhidas
E respostas evasivas
Gestos não alcançam
Objetivos diversos
Fogo tímido não degela
A ausência de perspectivas
E a dor de querer alguém
Que não podemos ter
O desejo que sucumbe
Ante as invisíveis barreiras
É bater retirada sem avançar
Evitar aquilo que poderia ser
Fugir do natural instinto
E não cruzar ousadas fronteiras
Fruto da nossa própria criação
Medo disfarçado de razão
Quem ama aquele que não se pode ter
Conforma-se com o não concretizado
Hipocritamente chamando de perfeição
Mas esquece que isso não é viver.