segunda-feira, 12 de julho de 2010

Horizon - where dreams go to die...


Vasto horizonte que foge de investidas
Tua linha imaginaria tão reta e distante
Desafia o alcance de meras almas feridas
Troca de cor e luz és mudança constante

Por vezes deserto, montanhas ou mar
Por vezes inicio, mas nunca meio ou fim
E corres apenas quando tento alcançar
Distancia estática quando fixo em mim

Indiferente ao gesto simples e complicado
Dos seres que não possuem relevância
Continua inexorável sem cometer pecado

Sem carência de nexo ou medir distancia
Aonde vai o sonho depois de sonhado
Aonde vai a inocência depois da infância

Nenhum comentário:

Postar um comentário